COMO MEDIR O DESGASTE DE SUAS FACAS

Para que as facas atinjam a performance desejada e uma longa vida útil, é imprescindível o uso de matéria prima e tratamento térmico adequados em sua fabricação, além de mantê-las sempre em condições de cortes (bem afiadas). Para tanto, iremos entender um pouco melhor a importância dessas escolhas.

• Matéria Prima:

O material adequado para fabricação de facas precisa atender uma série de requisitos, tanto no aspecto químico (liga), quanto de propriedades mecânicas. De modo geral, o aço deve ter estrutura recozida e uniforme.

• Tratamento Térmico:

A formulação do tratamento térmico adequado é de extrema importância para a performance da faca em uso, pois tem a capacidade de modificar as propriedades cristalinas da matéria prima (refino no grão), possibilitando a combinação de dureza elevada com resistência mecânica, propiciando tenacidade e resistência ao desgaste.

• Reafiação:

Não menos importante, o processo de reafiação tem papel fundamental na manutenção do desempenho das facas.
A regulagem dos parâmetros de corte da afiadora, bem como a escolha adequada do rebolo de desbaste e liquido de refrigeração são imprescindíveis para que as facas sejam afiadas corretamente.

COMO MEDIR O DESGASTE DE SUAS FACAS?

As facas em geral sofrem dois tipos de desgaste:

  • O proveniente do uso no equipamento, que é um fenômeno natural e inevitável;
  • O desgaste pela reafiação.

O primeiro, consequentemente influenciará no segundo, pois a quantidade de material a ser removido no processo de reafiação está diretamente relacionada às condições em que as facas se encontram após o uso.
A presença de agentes contaminantes como a areia, que possui altíssima abrasividade, e as cascas, pela grande quantidade de sílica, provocam maior desgaste da ferramenta de corte, enquanto a presença de pedras ou objetos metálicos podem acarretar a quebra do fio da faca, fazendo com que a quantidade de material removido no processo de reafiação seja ainda maior.

Quer saber mais? Veja a seguir o material que preparamos especialmente pra você!

• Aferição de Medidas

O primeiro passo para obtermos dados confiáveis é garantir que a aferição seja realizada em diferentes pontos da faca, conforme exemplo abaixo. Essa ação possibilitará mapear as regiões de desgaste e corrigir o paralelismo de todas as facas no processo de reafiação.

 

• Ferramenta de Controle

Após a coleta dos dados obtidos com as medidas, sugerimos a utilização da planilha de controle de desgaste, conforme conteúdo a seguir.

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• Cálculos de Desgaste

Compilados todos os dados anteriores, podemos finalmente calcular o desgaste. Para isso, usaremos as formulas a seguir para quantificar as perdas e o real desgaste das facas.

• 1º – Desgaste Proveniente do Uso – Formula: DU = Muf – Mi
• 2º – Desgaste Proveniente da Reafiação – Formula: DR = Mi – Mf

Sendo:

DU: Desgaste pelo Uso;
DR: Desgaste pela Reafiação;
Mi: Medida antes da Reafiação;
Mf: Medida após a Reafiação;
Muf: Última medida obtida após a Reafiação.

Quer conhecer mais a respeito dos mecanismos de controle? Entre em contato com nosso time de consultores.

Estamos aguardando você!

 

 

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